Eyder Brasil tumultua sessão, espalha desinformação sobre projeto de lei e leva invertida
O fato ocorreu durante a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) itinerante, realizada em Cacoal.
Parece que, de tempos em tempos, surge alguém tentando pegar carona em assuntos sérios para chamar atenção. Desta vez, o fato foi a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) Itinerante, realizada em Cacoal. O tema? Nada menos que o projeto de lei 795/2025, de autoria do deputado delegado Camargo, de extrema relevância e que visa corrigir erros da Lei Complementar nº 1.200, de 13 de outubro de 2023.
Segundo Camargo, a lei em vigor, a LC 1.200/2023, retirou totalmente a autonomia do municípios em relação aos serviços de água e esgoto, além de lei prejudicar o povo rondoniense com o possível aumento no custo destes serviços públicos.
Sem se aprofundar no tema e sem ler os documentos corretamente, Eyder lançou informações erradas, na tentativa de descredibilizar Camargo, mas foi rapidamente desmentido publicamente pelos fatos e documentos apresentados pelo Deputado Camargo.
Durante seu discurso, o deputado Camargo destacou pontos delicados do processo de aprovação da Lei Complementar nº 1.200. Ele argumentou que o projeto chegou às pressas na Assembleia, sem passar pelos ritos adequados nas comissões temáticas, sem audiências públicas e, principalmente, sem a devida consulta aos municípios e a população envolvida. Diante disso, Camargo decidiu apresentar o novo projeto de lei, que agora será votado para corrigir essas falhas.
Foi então que Eyder Brasil resolveu intervir, demonstrando completo despreparo. “E nós não podemos ser ilusionistas, criarmos expectativas no povo cacoalense, no povo rondoniense. Nós temos que ser sérios, transparentes.”, disparou, tentando se colocar como dono da razão.
O problema é que a tentativa de desqualificar Camargo se voltou contra ele mesmo. Eyder tentou corrigir o delegado sobre o tempo de tramitação do projeto, afirmando categoricamente que a lei complementar havia chegado e sido aprovada no mesmo dia. No entanto, os registros oficiais desmentiram essa alegação. O Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL) comprovou que o projeto chegou no dia 26 de setembro e foi votado em 10 de outubro — exatamente os 15 dias mencionados por Camargo. Além disso, a ata oficial da sessão de 10 de outubro reforçou a cronologia apresentada pelo delegado, deixando claro que Eyder Brasil estava errado. Ademais, em uma simples consulta ao canal da ALe/RO no YouTube é possível ver que realmente a matéria foi votada na sessão transmitida no dia 10/10/2023, conforme dito pelo Delegado Camargo.
Portanto, na sessão de 10/10/2023, data em que foi aprovada a lei que Eyder questionou - quando nem era Parlamenrar ainda - , confirma todos os acontecimentos dito pelo Deputado Camargo, deixando evidente que Eyder Brasil, em vez de contribuir para o debate, acabou espalhando Fake News e demonstrando despreparo sobre o tema em votação.
O que era para ser uma tentativa de lacração virou um verdadeiro vexame, mostrando que, na política, não basta simplesmente falar – é preciso estar bem informado e ter responsabilidade no cargo que ocupa.