Rondônia, 23 de abril de 2018

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13/04/2018 09:24

Porto Velho

Saúde pública avança nos últimos anos em Rondônia

Governo investe nos atendimentos de alta complexidade na capital e descentraliza serviço de saúde para atender população do interior

Saúde pública avança nos últimos anos em Rondônia

Rondônia conquistou feitos inéditos na Saúde, deu um salto nos serviços existentes, implantou novos serviços e apostou na descentralização. Nos último anos foram inaugurados mais hospitais no interior como o de São Francisco e o complexo regional de Cacoal. Apenas no Hospital de Base Ary Pinheiro, referência em tratamento de alta complexidade, o número de cirurgias subiu de cerca de 12 mil em 2012 para quase 26 mil em 2017. Também passou de 30 mil internações para 65 mil no mesmo período.

E ainda no HB foram dinamizados serviços como o de transplante de rins, transplante de córneas, cirurgias bariátricas, cirurgias oftalmológicas e urológicas. No Hospital e Pronto Socorro João Paulo II, houve a implantação do tomógrafo, Raio-X digital, ultrassonografias, treinamento de mais de mil servidores e implantação do novo centro cirúrgico que permitiu fazer quase 6 mil cirurgias por ano e atender mais de 40 mil pessoas por ano.

Outro avanço foi a ampliação de leitos de retaguarda através do contrato de leitos no hospital Santa Marcelina (80 leitos), na AME que é a UTI do Estado (30 leitos), no hospital Panamericano (30 leitos), Internações domiciliares (270 leitos) e mais 200 leitos do Hospital de Base. O que levou Rondônia a ser destaque no cenário nacional como o Estado que mais implantou leitos enquanto a maioria dos estados diminuíram a quantidade dos leitos hospitalares.

Em capacitação direcionado a técnicos de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas e médicos, o Estado, segundo a Sesau, investiu cerca de R$ 10 milhões nos últimos seis anos. Inclusive cursos da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) como de ventilação mecânica, sepse que é mais conhecida como infecção generalizada.

E ainda capacitações para monitoramento cardíaco; Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS); Suporte Avançado de Vida ao Trauma (ATLS). Além de outros voltados para a pediatria, atendimento em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs). E ainda avançou nas parcerias com o Hospital Sírio Libanês e Alberto Einstein para este mesmo fim. Além de capacitar, o Estado também contratou mais de mil novos profissionais para a saúde nos últimos anos.

Rondônia passou a contar como novos serviços como o resgate aéreo de pacientes, foi implantado o Laboratório Estadual de Patologia e Análises Clínicas (Lepac) com a realização de mais de 150 exames, Laboratório de Patologia Clínica para Biópsia de Câncer; implantou o novo Centro Oncológico em Cacoal, criação do Programa Remédio Aqui em Casa para pacientes que precisam de medicamentos de uso contínuo e fortalecimento do atendimento em casa através do Serviço de Assistência Multidisciplinar Domiciliar (Samd) e da POC Itinerante que leva através de mutirão aos municípios atendimentos clínico, exames e cirurgias com médicos especialistas.

Os eixos estratégicos para alavancar a saúde pública do Estado estão relacionados ao apoio ao diagnóstico, melhorias nos procedimentos e condutas médicas e estruturação dos centros cirúrgicos para avançar em procedimentos de alta complexidade. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), para alcançar esses resultados foi preciso fazer compras planejadas, estruturação do corpo técnico de servidores e um plano estadual de saúde que garantisse o processo evolutivo.

As projeções para a Saúde Pública em Rondônia são positivas. A expectativa é para implantação do novo pronto socorro em Porto Velho e inauguração do novo hospital de Guajará-Mirim e Seringueiras em obra e o novo hospital de Ariquemes. O que irá reforçar os esforços do Estado em descentralizar o setor. Uma ação estratégica para encurtar distâncias e dar agilidade nos atendimentos médicos. Esforços para oferecer a população rondoniense a garantia de um serviço público eficiente.


Fonte:SECOM





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