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14/01/2022 15:47h - Porto Velho - Política

“Bolsonaro é que precisa de mim” e “não é nenhuma Brastemp”, diz Cassol

Nessa eleição agora é o seguinte: é cada um por si e ‘Deus’ por todos, disse Cassol.

“Bolsonaro é que precisa de mim” e “não é nenhuma Brastemp”, diz Cassol
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Ex-governador de Rondônia (2003-2010), ex-senador (2011-2019) e ex-prefeito de Rolim de Moura (1997-2001), o empresário, pecuarista Ivo Cassol aproveita o recesso de início de ano para curtir as férias em Balneário Camboriú (SC), de onde conversou com o PAINEL POLÍTICO sobre as eleições de 2022. Aos 62 anos ele diz que tem energia de sobra para voltar à disputa eleitoral, “estou com a botina pronta”. Cassol diz que somente a partir de fevereiro ou março deve iniciar suas conversas políticas sobre a possibilidade de disputar eleições para governo. Mas isso depende do julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que tramita no Supremo Tribunal Federal, que envolve o nome dele. “Do jeito que está a liminar do Kássio Nunes – ministro do STF – eu já tô dentro, estou apto a disputar. Eu acredito que agora no mês de fevereiro resolva. Mas é uma liminar e pode cair. Tem dois votos favoráveis. Tenho que esperar para julgar primeiro. O judiciário é difícil de se entender e uma decisão de hoje pode mudar amanhã”. O empresário confirmou que não havendo mais imbróglio jurídico disputará o executivo. “É governo, candidato ao senado é a Jaqueline (Cassol). Eu tô deixando acontecer. Aquele febre que eu tinha passou. Agora estou mais ouvindo o povo”. Cassol disse que apoia o presidente Jair Bolsonaro, mas que não precisa dele para garantir eleição para o governo. “Eu sou Bolsonaro. Eu não sei como ele vai conduzir Rondônia. Tem muita gente que precisa do Bolsonaro para se eleger. Não é meu caso. Ivo Cassol tem nome próprio, identidade própria. Então, na verdade é inverso: seria o Bolsonaro que precisa de mim, não eu que precisava dele nestas eleições. Eu não preciso justificar nada, já outros precisam de carona. Nessa eleição agora é o seguinte: é cada um por si e ‘Deus’ por todos. Bolsonaro não é nenhuma ‘Brastemp’ mas é a opção que a gente tem”, enfatiza o ex-senador. Sobre o ex-presidente Lula, Cassol não economiza nas críticas. “Eu sei que é um candidato que ninguém pode subestimar. Ele é muito cara de pau. Consegue contar mentiras cem vezes e parece que é verdade. Ele é liso. Eu não vejo em Rondônia para ele que seja bom de votos. Ninguém pode subestimar. Ele tem seus 25% ou 35% de votos aqui”. “Eu sou de direita, não sou de esquerda. Eu não defendo essa bandidagem, essa roubalheira, destruição da família, das crianças Isso eu não defendo. Essa ideologia da esquerda eu não defendo de jeito nenhum”, diz Cassol.

Fonte: Painel Político

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